quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Se...
sábado, 29 de novembro de 2008
Poluição!
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Uma escada...

É uma escada em caracol
E que não tem corrimão.
Vai a caminho do Sol
Mas nunca passa do chão.
Os degraus, quanto mais altos,
Mais estragados estão,
Nem sustos nem sobressaltos
servem sequer de lição.
Quem tem medo não a sobe
Quem tem sonhos também não.
Há quem chegue a deitar fora
O lastro do coração.
Sobe-se numa corrida.
Corre-se p'rigos em vão.
Adivinhaste: é a vida
A escada sem corrimão.
David Mourão-Ferreira
E que não tem corrimão.
Vai a caminho do Sol
Mas nunca passa do chão.
Os degraus, quanto mais altos,
Mais estragados estão,
Nem sustos nem sobressaltos
servem sequer de lição.
Quem tem medo não a sobe
Quem tem sonhos também não.
Há quem chegue a deitar fora
O lastro do coração.
Sobe-se numa corrida.
Corre-se p'rigos em vão.
Adivinhaste: é a vida
A escada sem corrimão.
David Mourão-Ferreira
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
sábado, 11 de outubro de 2008
Medir um cabelo :)


Medir é árdua tarefa
Foi o professor que disse
E a espessura dum cabelo
Medimos com o "pecliss"
Como uns não tinham cabelo ;)
Noutros era muito fino :)
Foi preciso um voluntário
que oferecesse um pequenino!
E assim pudemos ver
O meu cabelo arrancado
Para que na aula de Física
Tudo fosse demonstrado...
Texto :Laura
Foi o professor que disse
E a espessura dum cabelo
Medimos com o "pecliss"
Como uns não tinham cabelo ;)
Noutros era muito fino :)
Foi preciso um voluntário
que oferecesse um pequenino!
E assim pudemos ver
O meu cabelo arrancado
Para que na aula de Física
Tudo fosse demonstrado...
Texto :Laura
Fotos: Gil
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
São as três do mesmo pé...

São as três do mesmo pé
E os caprichos da natureza
Fizeram-nas todas diferentes
Mas cheiinhas de beleza.
É a cor, é o perfume
São as formas delicadas
A beleza pétala a pétala
Nas três rosas perfumadas
Que insondáveis os desígnios
Em cada coisa que nasce
Tão diferentes, mas tão belas
Em assim o mundo faz-se
Faz-se de coisas singelas
Faz-se de surpresas sem fim
Até num pé de roseira
No canto do meu jardim!
E os caprichos da natureza
Fizeram-nas todas diferentes
Mas cheiinhas de beleza.
É a cor, é o perfume
São as formas delicadas
A beleza pétala a pétala
Nas três rosas perfumadas
Que insondáveis os desígnios
Em cada coisa que nasce
Tão diferentes, mas tão belas
Em assim o mundo faz-se
Faz-se de coisas singelas
Faz-se de surpresas sem fim
Até num pé de roseira
No canto do meu jardim!
Texto e foto - Laura
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Caminhos com luz

Vemos as pedras,
os penhascos,
Os sobressaltos da Vida
Mas com esta luz no caminho
É possível trilhar,
E mais fácil avançar.
O horizonte mais além
Brilha à nossa espera
e a força vem para lá chegar!
Se a luz vai connosco
e irradia do nosso interior
Não nos assusta a escuridão
Avançamos, confiantes
Com ela no coração!
E dia a dia, pela vida fora
Acompanhados ou sós
Ninguém a pode roubar
A luz é parte de nós !
Os sobressaltos da Vida
Mas com esta luz no caminho
É possível trilhar,
E mais fácil avançar.
O horizonte mais além
Brilha à nossa espera
e a força vem para lá chegar!
Se a luz vai connosco
e irradia do nosso interior
Não nos assusta a escuridão
Avançamos, confiantes
Com ela no coração!
E dia a dia, pela vida fora
Acompanhados ou sós
Ninguém a pode roubar
A luz é parte de nós !
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Festival de cores!
quarta-feira, 2 de julho de 2008
O mantra OM...
domingo, 22 de junho de 2008
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Um cheirinho de Cabo Verde...ilha de Santiago
quinta-feira, 1 de maio de 2008
El camino se hace andando...
"Siempre ten presente que la piel se arruga, el pelo se vuelve blanco,
Los dias se convierten en años...
Pero lo importante no cambia; tu fuerza y tu conviccíón no tiene edad.
Tu espiritu es el plumero de cualquier tela de araña.
Detrás de cada linea de llegada, hay una de partida.
Detrás de cada logro, hay otro desafío.
Mientras estés viva, sientete viva.
Si extrañas lo que hacias, vuelve a hacerlo.
No vivas de fotos amarillas..
Sigue aunque todos esperen que abandones.
No dejes que se oxide el hierro que hay en ti.
Haz que en vez de lástima, te tengan respeto.
Cuando por los años no puedas correr, trota.
Cuando no puedas trotar, camina
Cuando no puedas caminar, usa bastón..
¡¡¡¡¡ PERO NUNCA TE DETENGAS!!!!!!!"
terça-feira, 15 de abril de 2008
Tempos incertos...

São tempos tão incertos,
Onde o hoje já não é o que foi ontem,
Amanhã não sei ainda se será.
Aperta-se em mim o coração,
Num sufoco de devaneio e incerteza …
Não corre plácido o meu, nem o teu mundo
E só uma coisa é quase certa,
Que o sol logo à noite se vai pôr
E a rua pouco a pouco fica deserta!
Será que amanhã ele vai nascer?
E se vier, encontrará a minha rua?
Ou vou me perder na escuridão,
À procura nem sei bem de que refúgio
À procura, ansiosa, da tua mão?
Laura
Onde o hoje já não é o que foi ontem,
Amanhã não sei ainda se será.
Aperta-se em mim o coração,
Num sufoco de devaneio e incerteza …
Não corre plácido o meu, nem o teu mundo
E só uma coisa é quase certa,
Que o sol logo à noite se vai pôr
E a rua pouco a pouco fica deserta!
Será que amanhã ele vai nascer?
E se vier, encontrará a minha rua?
Ou vou me perder na escuridão,
À procura nem sei bem de que refúgio
À procura, ansiosa, da tua mão?
Laura
terça-feira, 1 de abril de 2008
Para uma pessoa especial...

És uma árvore nobre e firme
Cresceste à busca do sol, da luz
Firmaste-te na terra preciosa
Foram tantos os vendavais da vida
E tu vacilaste nas raízes
Perdeste a luz da tua estrela
Aquela que buscavas ansiosa…
Torceste, retorceste o tronco, os ramos
Mas não secaram, aguentaram indecisos
Com uma energia que brotou das profundezas!
Foi da terra mãe, do espaço infindo
Que sorveste o alimento
Renasceste a pouco e pouco
E hoje o sol já aquece o teu dia.
Bebes, da água da fonte, a energia
E refloresces forte e vigorosa
Ao redor de ti brotam mais árvores,
outras plantas crescem verdejantes.
Não estás mais sozinha no descampado
Agora és mais forte acompanhada
e protegida dos rigores dos temporais
vives a Vida que se te oferece em cada madrugada!
Laura
Cresceste à busca do sol, da luz
Firmaste-te na terra preciosa
Foram tantos os vendavais da vida
E tu vacilaste nas raízes
Perdeste a luz da tua estrela
Aquela que buscavas ansiosa…
Torceste, retorceste o tronco, os ramos
Mas não secaram, aguentaram indecisos
Com uma energia que brotou das profundezas!
Foi da terra mãe, do espaço infindo
Que sorveste o alimento
Renasceste a pouco e pouco
E hoje o sol já aquece o teu dia.
Bebes, da água da fonte, a energia
E refloresces forte e vigorosa
Ao redor de ti brotam mais árvores,
outras plantas crescem verdejantes.
Não estás mais sozinha no descampado
Agora és mais forte acompanhada
e protegida dos rigores dos temporais
vives a Vida que se te oferece em cada madrugada!
Laura
quarta-feira, 19 de março de 2008
Páscoa na minha terra...


"O compasso já anda na rua! Vizinhos e amigos apressam-se a desejar as "Boas Festas" ao dono e ao pessoal das casas: Boas Festas alegres / Corporais e espirituais / Ressuscitou Nosso Senhor / Aleluia … Aleluia …Atapetam-se as ruas e os caminhos de palmas, espadanas e flores. E aquela amálgama de gente corre, de casa em casa, não esquecendo um vizinho, pobre ou rico, um amigo. É um reboliço! Há risadas e gritos, "trocas" de conversados. Beijos e abraços. Alguns mesmo, já não cabem na "sala grande" e espalham-se por outros compartimentos. A dona da casa aflita, já não sabe a quem atender, se ao rapazio que mexe em tudo, se aos amigos e familiares que, por tradição, ali vão beijar a Cruz. Quando chega o compasso é o Pároco que saúda todos os presentes dizendo: "Paz a esta casa e a todos os seus habitantes, Aleluia", enquanto asperge com água benta a "sala grande" onde, por hábito, está colocada a "mesa".
Depois, o mordomo dá a cruz a beijar ao dono que, depois de beijar a cruz, a dá a beijar aos presentes. O dono da casa ou a pessoa mais velha convida, então, o senhor Abade a sentar-se um bocadinho (que a caminhada é grande), oferecendo-lhe da "mesa" onde nada falta, desde o arroz doce até ao "sortido", passando pelo vinho da última colheita que graças a Deus, era de estalar … até ao vinho "fino", gerupiga ou algum licor conventual. Entretanto, o mordomo deixou a cruz a descansar em cima da cama do casal.
As pessoas abeiram-se, ordeiramente, da mesa e tudo come sem cerimónia, distinguindo, no entanto, o dono da casa, o pessoal do "compasso" a quem, depois, entrega o "folar" do senhor Abade (actualmente dinheiro num sobrescrito fechado) e outras esmolas para as Almas e o Senhor, não esquecendo, também, o folar do rapazio da campainha e da caldeira...
Depois, o mordomo dá a cruz a beijar ao dono que, depois de beijar a cruz, a dá a beijar aos presentes. O dono da casa ou a pessoa mais velha convida, então, o senhor Abade a sentar-se um bocadinho (que a caminhada é grande), oferecendo-lhe da "mesa" onde nada falta, desde o arroz doce até ao "sortido", passando pelo vinho da última colheita que graças a Deus, era de estalar … até ao vinho "fino", gerupiga ou algum licor conventual. Entretanto, o mordomo deixou a cruz a descansar em cima da cama do casal.
As pessoas abeiram-se, ordeiramente, da mesa e tudo come sem cerimónia, distinguindo, no entanto, o dono da casa, o pessoal do "compasso" a quem, depois, entrega o "folar" do senhor Abade (actualmente dinheiro num sobrescrito fechado) e outras esmolas para as Almas e o Senhor, não esquecendo, também, o folar do rapazio da campainha e da caldeira...
Por vezes, também, são oferecidos "raminhos" que estão espetados em laranjas ou maçãs e que os mordomos levam para a Igreja Paroquial... Em casas mais pobres os folares do senhor Abade e do Mordomo (açúcar, arroz e ovos e para o rapaz da campainha a laranja cortada com uma moeda branca), são colocados numa cómoda, junto ao crucifixo. Se no lar tiver falecido alguém durante o ano é costume o pároco rezar um responso por alma do defunto.
Ao meio dia, compete ao Mordomo da Cruz, e noutras terras, ao Juíz, oferecer o "jantar" da Mordomia, por norma, um jantar de "substância", que varia, também, de aldeia para aldeia e que vai desde, os entreténs de boca - com orelheira, toucinho, chouriças da matança, bolinhos de bacalhau, bacalhau frito, broa e azeitonas, a que se seguem os filetes de pescada de Viana, a vitela assada, o sarapatel de cabrito, o pica no chão, para terminar na sopa de cozido e no cozido à minhota.. À sobremesa não pode faltar o bate (pão de ló), o leite de creme queimado, o arroz doce, a aletria, os bolos brancos (de gema), os rosquilhos, os beijinhos de Páscoa, as amêndoas, os rebuçados da Paixão. O vinho é de pipa, fazendo gala o Mordomo que seja o melhor da adega." in Região de Turismo do Alto Minho
quarta-feira, 12 de março de 2008
Juromenha
As pedras estão lá,
Firmes ao longo dos séculos
Roídas e gastas
Esperam dias, anos
que os passos as afaguem…
Têm histórias terríveis para contar
Elas são a História!
Lutas, vitórias e reveses
Que contam e que viveram.
As pedras estão lá
Velhas, à espera de dias novos
Espelham-se na água, altivas
A seus pés a planura é larga
O céu desce sobre a pedra
E o azul envolve a muralha enorme
As pedras renascem no meio das águas
dum sono profundo e sem fim!
Firmes ao longo dos séculos
Roídas e gastas
Esperam dias, anos
que os passos as afaguem…
Têm histórias terríveis para contar
Elas são a História!
Lutas, vitórias e reveses
Que contam e que viveram.
As pedras estão lá
Velhas, à espera de dias novos
Espelham-se na água, altivas
A seus pés a planura é larga
O céu desce sobre a pedra
E o azul envolve a muralha enorme
As pedras renascem no meio das águas
dum sono profundo e sem fim!
Texto e fotos de Laura
domingo, 2 de março de 2008
Caminhos...
São tantos os caminhos, tão diferentes!
Aprendi os atalhos e as veredas,
Subindo colinas ou montanhas.
Desci aos vales luminosos
E respirei o perfume matinal!
No ar senti o sol caloroso
E pisei o chão duro e desigual…
Caminhei quase sem fôlego,
Subi, desci ...
e os meus passos não se detiveram.
Pelos atalhos com tapetes verdes, verdes,
as carpetes de flores a meus pés
abençoaram o meu caminho pedregoso!
Ao longe vi o mar tão imenso,
onde meus olhos se perderam,
E o céu ali foi todo meu!
Se eu fosse construtora de caminhos
Fazia-os assim, tão variados,
Como estes que a vida já me ofereceu!
O meu coração, sem cansaço,
Em todos bateu forte e corajoso
Por eles avançou … sobreviveu!
Fotos e texto de Laura
Aprendi os atalhos e as veredas,
Subindo colinas ou montanhas.
Desci aos vales luminosos
E respirei o perfume matinal!
No ar senti o sol caloroso
E pisei o chão duro e desigual…
Caminhei quase sem fôlego,
Subi, desci ...
e os meus passos não se detiveram.
Pelos atalhos com tapetes verdes, verdes,
as carpetes de flores a meus pés
abençoaram o meu caminho pedregoso!
Ao longe vi o mar tão imenso,
onde meus olhos se perderam,
E o céu ali foi todo meu!
Se eu fosse construtora de caminhos
Fazia-os assim, tão variados,
Como estes que a vida já me ofereceu!
O meu coração, sem cansaço,
Em todos bateu forte e corajoso
Por eles avançou … sobreviveu!
Fotos e texto de Laura
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Samba
domingo, 17 de fevereiro de 2008
A última sextadacultura...
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Como num reino de pura fantasia!
Em equilíbrio
No tronco, no beirado direito,
No tronco, no beirado direito,
fino ou rebordado,
Em cada curva
É tua a oportunidade
De cozinhares um souflé branco e gelado!
Pousas suave e docemente,
Vestindo de brancura o horizonte,
E nos recantos incertos e felizes
Bordas a tua renda branca e vaporosa…
Aqui mesmo defronte,
És tecedeira pura e caprichosa!
Num momento transformas, enregelas
E aos nossos olhos, como por magia,
Desce o manto diáfano e enorme,
Que tudo cobre de uma brancura, tão fria,
Como num reino de pura fantasia!
Laura Miranda
Em cada curva
É tua a oportunidade
De cozinhares um souflé branco e gelado!
Pousas suave e docemente,
Vestindo de brancura o horizonte,
E nos recantos incertos e felizes
Bordas a tua renda branca e vaporosa…
Aqui mesmo defronte,
És tecedeira pura e caprichosa!
Num momento transformas, enregelas
E aos nossos olhos, como por magia,
Desce o manto diáfano e enorme,
Que tudo cobre de uma brancura, tão fria,
Como num reino de pura fantasia!
Laura Miranda
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Assinar:
Postagens (Atom)