
São tempos tão incertos,
Onde o hoje já não é o que foi ontem,
Amanhã não sei ainda se será.
Aperta-se em mim o coração,
Num sufoco de devaneio e incerteza …
Não corre plácido o meu, nem o teu mundo
E só uma coisa é quase certa,
Que o sol logo à noite se vai pôr
E a rua pouco a pouco fica deserta!
Será que amanhã ele vai nascer?
E se vier, encontrará a minha rua?
Ou vou me perder na escuridão,
À procura nem sei bem de que refúgio
À procura, ansiosa, da tua mão?
Laura
Onde o hoje já não é o que foi ontem,
Amanhã não sei ainda se será.
Aperta-se em mim o coração,
Num sufoco de devaneio e incerteza …
Não corre plácido o meu, nem o teu mundo
E só uma coisa é quase certa,
Que o sol logo à noite se vai pôr
E a rua pouco a pouco fica deserta!
Será que amanhã ele vai nascer?
E se vier, encontrará a minha rua?
Ou vou me perder na escuridão,
À procura nem sei bem de que refúgio
À procura, ansiosa, da tua mão?
Laura