fino ou rebordado, Em cada curva É tua a oportunidade De cozinhares um souflé branco e gelado! Pousas suave e docemente, Vestindo de brancura o horizonte, E nos recantos incertos e felizes Bordas a tua renda branca e vaporosa… Aqui mesmo defronte, És tecedeira pura e caprichosa! Num momento transformas, enregelas E aos nossos olhos, como por magia, Desce o manto diáfano e enorme, Que tudo cobre de uma brancura, tão fria, Como num reino de pura fantasia!